Mostrando postagens com marcador LITERATURA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LITERATURA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Nascimento de Minerva

Júpiter, preciso muito lhe falar disse um dia a Terra, sua avó.
A velha deusa, que engendrara Saturno, o pai devorador de filhos, tivera um sonho profético no qual a antiga e violenta maldição familiar de filhos destronarem os pais ameaçava recomeçar. Agora será com você, Júpiter, que a história vai se repetir! disse a Terra, perfurando as nuvens com sua bengala de pedra.
Na mente da deusa passou, como num relâmpago, todo o seu tormentoso passado com o brutal Céu, que a obrigara a esconder em seu ventre todos os filhos gerados por ele. Depois enxergou seu filho Saturno chegando em casa com a foice ensanguentada e o ar aliviado do jovem que triunfa, afinal, sobre a tirania decrépita dos pais. "Seu odioso marido está mutilado e o poder agora é todo meu!", dissera o jovem deus, ao destronar o próprio pai.
Não diga tolices, minha vó! bradou o pai dos deuses, despertando a Terra de seu devaneio. Quem se atreverá a levantar mão ímpia contra o soberano do mundo?
A velha deusa sorriu. Fora esta mesma frase que Saturno envelhecido repetira, um pouco antes de seu próprio filho Júpiter expulsá-lo do trono, tornando-se o novo e supremo mandatário do Universo. Júpiter, entretanto, era muito jovem e estava mais preocupado em conquistar o coração da sua amada Métis, a deusa da Prudência.
Não se case com ela advertiu a Terra, com severidade -, pois de seu ventre sairá aquele que trará a sua ruína.
A deusa meiga e de olhos mansos como a corça será capaz, então, de gerar um tal monstro? disse Júpiter, alisando sua negra e ainda curta barba.
Sim, seu tonto, a meiga e de olhos mansos como a corça! bradou a Terra, cujas palavras, com a idade, iam perdendo o mel da paciência. Na verdade serão dois filhos; o primeiro será uma mulher, a mais justa e sensata das deusas, que só lhe trará alegria e motivo de orgulho...
Júpiter sentiu um alívio percorrer suas divinas entranhas.
-... mas cuidado com o segundo! -prosseguiu a deusa. Ele será o flagelo de sua existência. Muito mais insubmisso do que seu pai ou você próprio, ele o destronará sangrentamente, tomando o seu lugar para todo o sempre. E com o filho dele acontecerá o mesmo, e assim por diante, até que alguém decida pôr um fim a esta orgia de parricídios.

domingo, 5 de agosto de 2012

1356 - Bernard Cornwell



Para quem acompanha a saga do personagem Thomas de Hookton, uma ótima notícia: Está previsto para setembro desse ano, o lançamento do quarto livro,  1356. Sem previsão para lançamento no Brasil. A história se passa em uma das batalhas da guerra dos 100 anos, e dá continuidade a até então trilogia "A Busca do Graal":  O Arqueiro (2000), O Andarilho (2002), O Herege (2003).

Guerra dos 100 anos (Wikipedia)

A expressão Guerra dos Cem Anos, surgida em meados do século XIV, identifica uma série de conflitos armados, registrados de forma intermitente, durante o século XIV e o século XV (de 1337 a 1453, concordando com as datas convencionais), envolvendo a França e a Inglaterra. A longa duração desse conflito explica-se pelo grande poderio dos ingleses de um lado e a obstinada resistência francesa do outro. Ela foi a primeira grande guerra europeia que provocou profundas transformações na vida econômica, social e política da Europa Ocidental. A França foi apoiada pela Escócia, Boêmia, Castela e Papado de Avignon. A Inglaterra teve por aliados os flamengos, alemães e Portugal. A questão dinástica que desencadeou a chamada Guerra dos Cem Anos ultrapassou o caráter feudal das rivalidades político-militares da Idade Média e marcou o teor dos futuros confrontos entre as grandes monarquias europeias.

Texto completo

Mais livros de ficção histórica com batalhas marcantes da guerra dos 100 anos:

Azincourt - Bernard Cornwell
Joana D'Arc - Donald Spoto

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ordem dos Templários

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo 
Assim é conhecidos os Cavaleiros Templários. Uma grande história que fascina a todos, e a parti de agora vamos viajar nessa maravilhosa caminhada  ou seria cruzadas?! 


A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici"), mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers") ou Cavaleiros Templários (algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc), foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges, usavam mantos brancos com a característica cruzvermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local onde originalmente se estabeleceram (o Monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa) e do voto de pobreza e da fé em Cristo denominaram-se "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".

O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados públicamente. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantêm o nome dos Templários vivo até aos dias atuais.



segunda-feira, 23 de julho de 2012

J. R. R. Tolkien


Pra mim um gênio da literatura, tenho certeza que para muitos que conhece suas obras não é diferente..
Dragões, Orcs, Elfos.. princesas, Hobbit, O Silmarillion e por essas e tantas outras que te considero um gênio J.R.R. Tolkien.


Sir John Ronald Reuel Tolkien CBE (Bloemfontein, 3 de Janeiro de 1892 — Bournemouth, 2 de Setembro de 1973), conhecido internacionalmente por J. R.R. Tolkien, foi um premiado escritor, professor universitário e filólogo sul-africano, radicado no Reino Unido, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954, e autor das obras O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion.

Tolkien nasceu na África do Sul e aos três anos de idade, com sua mãe e irmão, passou a viver na Inglaterra, terra natal de seus pais. Desde pequeno fascinado pela linguística, cursou a faculdade de Letras em Exeter. Participou ativamente da Primeira Guerra Mundial, onde começou a escrever os primeiros rascunhos do que se tornaria o seu "mundo secundário", complexo e cheio de vida, denominado Arda, palco das mundialmente famosas obras “O Hobbit”, “O Senhor dos Anéis” e “O Silmarillion”, esta última, sua maior paixão, que, postumamente publicada, é considerada sua principal obra, embora não a mais famosa


Até onde se sabe a maioria dos parentes paternos de Tolkien eram artesãos. A família teve origem na Saxônia (Alemanha), mas viveu na Inglaterra desde o século XVII, tornando-se "rápida e intensamente inglesa (mas não britânica)".
O sobrenome Tolkien é um anglicismo de Tollkiehn (em alemão, tollkühn, temerário, imprudente, que em uma tradução etimológica deveria ser dull-keen, algo como estúpido-sagaz, uma tradução literal de oxímoro; no conto The Notion Club Papers, Tolkien cria um personagem com o nome John Jethro Rashbold, fazendo piada com o seu próprio nome, já que Jethro e Reuel são nomes do mesmo personagem bíblico, o sogro de Moisés). Mesmo sendo um Tolkien, considerava-se mais um Suffield (sua família materna) do que propriamente um Tolkien.

Aos três anos parte com a sua mãe, Mabel Suffield, dona de casa, e com o seu irmão, Hilary Arthur Reuel Tolkien, para a Inglaterra, onde pretendiam passar apenas uma temporada devido a questões de saúde de Mabel e dos seus filhos, mas devido à morte de seu pai, eles ali permaneceram por toda a vida. O pai, Arthur Tolkien, um bancário que trabalhava para o Bank of África, contraiu febre reumática e morreu em 1896 na África do Sul, antes de juntar-se à família, e foi enterrado na própria África. Em 1900 a situação financeira da família complicou-se. Mabel Suffield fazia parte da Igreja Anglicana, e quando tornou-se católica, sua família cortou a ajuda financeira que lhe dava, e assim ela morreu, por diabetes, sem tratamento na época. Tolkien, que considerava esse fato um sacrifício da mãe em nome da fé, converteu-se ao Catolicismo.
Tolkien e seu irmão foram entregues então aos cuidados do Padre jesuíta Francis Xavier Morgan, que Tolkien mais tarde descreveu como um segundo pai, e aquele que lhe ensinara o significado da caridade e do perdão.
Conheceu Edith Bratt em 1908, quando ele e seu irmão Hilary foram alojados no mesmo local que a jovem, três anos mais velha, e os dois começam a namorar escondido. Entretanto, seu tutor, o Padre Francis Morgan, descobriu a situação e, acreditando que este relacionamento fosse prejudicar a educação do rapaz, proibiu-o de vê-la até que completasse vinte e um anos, quando Tolkien alcançaria a maioridade.

Na noite do seu vigésimo primeiro aniversário, Tolkien escreveu a Edith, e convenceu-a a casar-se com ele, apesar de ela já estar comprometida, e também converteu-a ao catolicismo. Juntos eles tiveram quatro filhos: John Francis Reuel Tolkien (1917–2003), Michael Hilary Reuel Tolkien (1920-1984), Christopher John Reuel Tolkien (1924-) e Priscilla Anne Reuel Tolkien (1929-).

Tolkien era um pai devoto. Essa característica mostrava-se bastante clara nos livros, muitas vezes escritos para seus filhos, como Roverandom, escrito quando um deles perdeu um cachorrinho de brinquedo na praia. Além disso, Tolkien mandava todos os anos cartas do Papai Noel quando os filhos eram mais jovens. Havia mais e mais personagens a cada ano, como o Urso Polar, o ajudante do Papai Noel, o Boneco de Neve, Ilbereth (um nome semelhante ao da rainha Elbereth, a Valië), sua secretária, e vários outros personagens menores. A maioria deles contava como estavam as coisas no Pólo Norte. Mestre Gil de Ham foi, outrossim, uma história contada para entreter os filhos.

Fonte Google


UMA DE SUAS GRANDES CRIAÇÕES


domingo, 22 de julho de 2012

Terra Média

Terra média é o nome para a terra antiga e fictícia de J. R. R. Tolkien, onde a maioria dos contos do seu imaginário ocorrem. Terra Média é a tradução literal do termo anglo-saxão middangeard, referindo-se a este mundo, o reino dos humanos. Tolkien traduziu "Terra-média" como Endor (algumas vezes Endóre) e Ennor nas línguas élficas Quenya e Sindarin.

 Apesar de o cenário da Terra Média ser geralmente considerado outro mundo, é na realidade um período imaginário do passado da nossa própria Terra. Tolkien insistiu que a Terra Média é a nossa Terra em várias das suas cartas, sendo que na carta 211 ele estima que a Terceira Era teria terminado 600 mil anos antes do nosso próprio tempo. A ação nos livros é bastante restrita ao noroeste do continente, correspondendo à atual Europa, e pouco é conhecido sobre o leste e sul da Terra Média. A história da Terra Média está dividida em várias Eras: O Hobbit e O Senhor dos Anéis lidam exclusivamente com eventos relacionados com o fim da Terceira Era, enquanto que O Silmarillion trata principalmente da Primeira Era. O seu mundo era originalmente plano mas foi tornado redondo perto do fim da Segunda Era por Eru Ilúvatar, o Criador.

A Terra media teve um grande inimigo, conhecido de todos nós, SAURON:

 Sauron foi o maior inimigo dos povos livres da Terra Média, na Segunda e Terceira Era, mas o que poucos sabem é que ele ja foi bom.

 A primeira Era Sauron foi um dos Maiar – espíritos que ajudam e conhecidos como os Valar. Ele entrou em existência antes da criação do mundo. Sauron não foi mal ao início.
Antes ele era um Maia de Aulë, o Vala cujo domínio foi o das substâncias que a terra foi feita. Aulë era um senhor, e um mestre do artesanato, Sauron aprendeu muito com ele sobre a elaboração, a forja, e criação.

 Mas Sauron foi levado à força e o poder de Melkor – um Poder que deseja o domínio de todo o mundo Ele já foi um servo de Morgoth, mas depois da derrota de Morgoth, Sauron tornou-se um Senhor das Trevas e tentou conquistar todos da Terra Média. Ele forjou o Um Anel para exercer a sua vontade sobre os outros, mas no fim, foi o instrumento para a sua própria derrota. Sauron desejou o fim e queria arranjar as coisas de acordo com a sua vontade, e ele acreditava que Melkor era o melhor caminho para atingir esse fim. Melkor se tornou conhecido como Morgoth – o Inimigo das Trevas – e Sauron tornou-se o seu mais poderoso servo, e realizando muitas maldades em seu serviço..

 E Assim começa a lendária história de Sauron, apesar de ser mal ele fascina a todos que mergulha em sua literatura.

 OBS: Esse não é um artigo escrito por mim, então não posso deixar de dá os devidos créditos a quem realmente merece.. portanto abaixo estar o link Créditos a
http://www.valinor.com.br